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Álcool na Gravidez – Entenda os riscos que pode afetar o seu bebê. 


Olá Pessoal, tudo bem?

Vocês sabem quais são os riscos comprovados do álcool durante a gestação?

Através de pesquisas, chegaram a conclusão de que o consumo de álcool afeta o bebê dentro do útero.

Quando a gestante ingere a bebida alcoólica, ela atinge rapidamente o feto através da corrente sanguínea e da placenta.

Mulheres que tomam álcool com frequência ou diariamente correm o risco de terem filhos com síndrome alcoólica fetal.

Crianças nascidas com essa síndrome sofrem de atraso tanto físico quanto mental, comprometimento de crescimento, distúrbios de comportamento e apresentam mal formação cardíaca e na face.

Pode ocasionar também problemas de fala, linguagem , concentração e de hiperatividade.

O risco existe durante toda a gravidez e não apenas no primeiro trimestre.

Fonte: Baby Center

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A amamentação oferece diversos benefícios para a mãe e o bebê.
Quer saber alguns? Então anota aí:

  • Diminuição da mortalidade infantil e infecções respiratórias no bebê, além de reduzir as chances de obesidade;
  • É um exercício super importante para o desenvolvimento do bebê, trazendo benefícios para a respiração, deglutição, mastigação e fala;
  • A amamentação ajuda na prevenção do câncer de mama. Alguns estudos apontam que a cada 12 meses de amamentação, há redução de 4,3% no risco de câncer de mama;
  • O leite possui alto poder imunológico! O que isso significa? Seu leite é uma proteção para seu bebê, pois nele são transportados anticorpos criados especificamente para o proteger;
  • E lembre-se: no seu peito o bebê encontra muito mais do que leite. Ao amamentar, você transmite segurança, acolhimento e amor;

    Quer encontrar mais dicas sobre amamentação, gestação, parto e maternidade?

     

    Segue a página no Instagram da nossa querida parceira, Camila Medeiros – Doula e Consultora Gestacional: @camilamedeirosdoula .

    1 a 7 DE AGOSTO DE 2018 – SEMANA MUNDIAL DA AMAMENTAÇÃO NO BRASIL

 

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GERAÇÃO ALPHA – A GERAÇÃO QUE JÁ NASCE NA FRENTE DOS PAIS!


Em contato com a tecnologia, crianças nascidas a partir de 2010 tendem a desenvolver o cérebro de modo bem distindo, tornando-os mais inteligentes e aberto a mudanças.

Essas crianças já nascem inseridas ao mundo digital e o fato é de que o cérebro da geração alpha desenvolve-se de uma maneira ainda pouco conhecida e preocupa os pais.  Muitos deles sentem-se despreparados para lidar com essa geração. Hoje a criança de 1 ano já interage com o tablet e o celular dos pais facilmente. 

Mas Especialistas dizem que isso não é motivo para crise. Afinal, todas as gerações anteriores tiveram seus conflitos e acabaram construindo uma via de entendimento. Entre a a geração alpha e seus pais não seria diferente. Mas como qualquer geração, vamos nos adaptando com essa tecnologia e talvez podemos sair da criação tradicional, estimular e ser mais amigo dos filhos.

Algumas das características dessa nova geração:

– A maioria são filhos únicos;
– São antenadas e observadoras;

– Tudo é exposto em mídias sociais;
– Facilidade em mudanças;
– Desapegam facilmente de bem materiais;
– Facilidade em falar outros idiomas;
– Terão visão empreendedora;

Segundo o médico e psicólogo Dr. Roberto Debski, com relação ao mercado de trabalho, a tendência é que quando adultos, não buscarão carreiras sólidas, serão mais rotativos nos currículos. Suas opções profissionais tendem a ser aquelas com pensamento sistêmico e ecológico. E essas características devem ser valorizadas”.

Para compor este texto, encontramos um filme abordando este assunto. Possui depoimentos reais de pais e mães da Geração Alpha e nos auxiliam em como se aproximar de nossos pequenos e entender suas necessidades e demandas.

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Alimentação Infantil – Seu filho come mal?

Olá mamães e papais, o filho de vocês comem mal?

Rejeitam alimentos e acabam se rendendo ao leitinho? Isso é muito comum a partir dos 2 anos e muitas vezes perdura por toda a infância. As crianças começam a ter contato com os coleguinhas na escola, escutam dizer que não gostam de determinados alimentos e eles incorporam esses hábitos.
Enfim, são diversas culturas, crenças, religiões, cada família possui seu próprio hábito e as crianças ainda não têm discernimento para escolhas. Por isso, é importante alguns cuidados, desde a introdução de alimentos, preconizado após os 6 meses de idade do bebê. Já falamos em matérias anteriores sobre a introdução alimentar.

Agora vamos falar sobre como os pais devem agir para evitar hábitos ruins dos filhos e incentiva-los a comer de maneira saudável.

 – Definir horários para a criança comer;
 – Os pais ou cuidadores devem participar desse momento;
 – Reserve pelo menos uma refeição ao dia para fazerem todos juntos;
– Nunca diga na frente da criança que não gosta de um determinado alimento e/ou faça cara feia;
– A refeição da criança deve ser a mesma da família.
– Os pais devem incentivar que experimentem os alimentos;
– Caso rejeitem algum alimento, não desistam, só podemos considerar que a criança não gosta ou tem aversão ao alimento, se rejeitarem 10 vezes;
– Se seu filho não se alimentar naquele momento, não insista, mas também não substitua por algo que ele goste, só porque não realizou aquela refeição. Aguarde até a próxima;
– Haja com tranquilidade, ele não vai morrer de fome. Nada de se jogar no chão para que a criança coma, isso pode gerar um comportamento alimentar inadequado quando mais velho;
– Seu filho só vai comer o que estiver em casa ou o que você comprar, por isso fique atento com as escolhas que faz por ele: excesso de alimentos industrializados, açúcares, gorduras, lanches, balas, chocolates e refrigerantes. Estas não são boas escolhas;
– Por fim, cuidado com suas escolhas alimentares também, pois vocês são os maiores exemplos dos seus filhos.

Escrito por Stella Massi, Nutricionista, graduada pelo Centro Universitário São Camilo e pós-graduanda em Nutrição Clínica Funcional pela VP Consultoria Nutricional. 

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Você conhece a Doença Mão-Pé-Boca?

Filho caidinho, bolinhas vermelhas no rosto, boca, nas mãos e nós pés, aftas e febre alta? É melhor levá-lo ao médico, pois pode ser a doença Mão-pé-boca.

A doença mão-pé-boca é contagiosa e causada pelo vírus Coxsackie da família dos enterovírus que habitam normalmente o sistema digestivo e também podem provocar aftas. Embora os adultos também correm o risco de contrair, ela é mais comum em crianças antes dos cinco anos de idade.

Os sintomas da doença mão-pé-boca são bem parecidos com um quadro viral como:

  • febre alta nos dias que antecedem o surgimento das lesões;
  • aparecimento de manchas vermelhas na boca, amídalas e faringe;
  • erupção de pequenas bolhas em geral nas palmas das mãos e nas plantas dos pés, mas que pode ocorrer também nas nádegas, joelhos, barriga e na região genital.
  • Redução do apetite;
  • Dor de garganta;
  • Mal estar e prostração;
  • Irritabilidade;
  • Coceira;


Como é Transmitida a doença mão-pé-boca?

A transmissão se dá pela via oral, através do contato direto entre as pessoas ou com as fezes, saliva e outras secreções, ou então através de alimentos e de objetos contaminados. Mesmo depois de recuperada, a pessoa pode transmitir o vírus pelas fezes durante aproximadamente quatro semanas.

Por quanto tempo permanece essa doença?

O período de incubação oscila entre um e sete dias. Na maioria dos casos, os sintomas são leves e podem ser confundidos com os do resfriado comum. Quando a doença mão-pé-boca se instala, geralmete a febre alta aparece e seguido de mal-estar, falta de apetite, vômitos e diarréia. Por causa da dor, surgem dificuldade para engolir e muita salivação. Por isso, é preciso redobrar os cuidados para mantê-la bem hidratada e recebendo alimentação adequada.

Como é feito o Diagnóstico?

O diagnóstico é clínico, baseado nos sintomas, localização e aparência das lesões. Em alguns casos são colhidos os exames de fezes e o exame de sangue que podem ajudar na identificação do tipo de vírus causador da infecção.

Qual seria o tratamento adequado?

Ainda não existe vacina contra a doença mão-pé-boca.

Em geral, como ocorre com outras infecções por vírus, ela regride espontaneamente depois de alguns dias. Por isso, na maior parte dos casos, o tratamento é sintomático com antitérmicos e anti-inflamatórios.  Os medicamentos antivirais ficam reservados para os casos mais graves.

O ideal é que o paciente permaneça em repouso, tome bastante líquido e alimente-se bem, apesar da dor de garganta e recomendado o aleitamento materno se ainda mama no peito.

Alimentos pastosos como pure e mingaus, assim como gelatinas e sorvetes são mais fácies de engolir. Bebidas geladas, sucos naturais, chás e água são indispensáveis para a boa hidratação. Evitar bebidas e alimentos muito quentes e alimentos ácidos, pois podem piorar a dor.

Crianças devem ficar em casa, em repouso, enquanto durar a infecção;

Lavar as mãos antes e depois de lidar com a criança doente, ou levá-la ao banheiro. Se ela puder fazer isso sozinha, insista para que adquira e mantenha esse hábito de higiene mesmo depois de curada. 

 

 

 

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